Quem Somos

A Agência Tecla é uma empresa voltada para a compreensão dos acontecimentos que se refletem no centro do poder no país, objetivando transmitir o seu significado e suas implicações para o mundo dos negócios e da atividade econômica desempenhada pelos mais diversos setores da sociedade brasileira.

Na linha do tempo, o embrião da Agência Tecla pode ser localizado na implantação do Plano Real, que venceu a hiperinflação, e nas eleições presidenciais de 1994, cujo resultado inaugurou um processo de reformas econômicas que haviam sido frustradas na Revisão Constitucional encerrada ano anterior.

A Reforma da Previdência, que chegou ao Congresso em 1995,foi concluída em 1998, quando passou a fazer parte da Constituição. A Reforma Tributária não saiu do papel, e a criação da CPMF, em agosto de 1996, não teve nada a ver com isso. Era para financiar a seguridade social. Da mesma forma, a instituição da reeleição em 1996 não deve ser confundida com Reforma Política, já que seu alvo era conceder um segundo mandato a Fernando Henrique Cardoso.Reformas tributária e políticas dignas dos nomes ainda estão para nascer.

Em dois governos FHC, dois governos Lula, um governo Dilma e uma crise política que não dá sinais de esgotamento, muitas reformas foram pensadas, algumas tentadas e outras efetivamente realizadas, nas áreas administrativa, social e econômica. Em alguns casos, mudanças infraconstitucionais equivaleram a reformas estruturais, tais como as leis de Responsabilidade Fiscal e de Recuperação Judicial (originalmente, Lei de Falências).O governo Temer, que assumiu em maio de 2016 falando em reformas e numa “Ponte para o Futuro”, vive constrangido pelo Ministério Público e pelo Judiciário.

Em um tempo de tantas incertezas, a Agência Tecla passa a se apresentar de forma autônoma, mantendo, junto a seus assinantes e ao público leitor, os mesmos cuidados que orientaram a sua formação: filtrar as informações originadas dos acontecimentos, procurando indicar o quanto eles nos dizem respeito.

Carlos Lopes – jornalista responsável pela Agência Tecla, iniciou a carreira atuando nas áreas de pesquisa e documentação em história contemporânea. Repórter e editor, trabalhou em jornais e revistas no Rio de Janeiro até maio de 1994, quando se transferiu para Brasília. Nesse período, ingressou na empresa Santafé Ideias, onde coordenou os serviços de informação e análise política para uma clientela formada fundamentalmente por corretoras e bancos de investimento. Em novembro de 2010, transferiu-se para o Instituto Análise, onde participou da elaboração de informativos até os primeiros meses de 2017. Sentindo a necessidade de voo próprio, ampliou o seu trabalho de consultoria por meio de sua agência.

Maria Tereza Teixeira – jornalista e publicitária, conheceu a política de perto. Primeiro, editando, para o Centro de Pesquisa e Documentação em História Contemporânea (CPDOC/FGV), dezenas de entrevistas de políticos que fizeram história no Brasil. Depois, coordenando campanhas políticas no Rio de Janeiro, atuando em assessoria de imprensa de candidatos a pleitos estaduais e nacionais e no Palácio do Planalto. Paralelamente, acumulou experiência em pesquisas de opinião, quantitativas e qualitativas, tanto no planejamento quanto na análise.

Ana Felícia de Caracas Linhares – Sócia-diretora da Agência Tecla, é jornalista com experiência em rádio e televisão, assessoria de imprensa nos ministérios da Fazenda e da Justiça, e em assessoria parlamentar. Foi editora chefe do programa “Voz da Constituinte” (1987/1988), chefe da Divisão de Telejornalismo da Radiobrás (atual Empresa Brasileira de Comunicação - EBC) e webmaster do site da mesma empresa.

Valentina Castello Branco - economista carioca formada pelo Ibmec, trabalhou em bancos de investimentos e empresas multinacionais. De​z anos depois,​
mudou de ideia e estudou roteiro na Universidade de Columbia. Escreve para televisão e cinema, para o público adulto e infantil. Viajante obstinada, faz crônicas das cidades por onde passa. Na Agência Tecla, compartilha as melhores experiências em Brasília, porque ninguém vive só de política.